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5 anos em 5 meses: adoção de tecnologias antecipadas devido ao Coronavírus

Ezok Inteligência Artificial

5 anos em 5 meses: adoção de tecnologias antecipadas devido ao Coronavírus

26/08/2020 Conteúdos 0
Tecnologia em meio ao Coronavírus

Certamente o andamento do ano de 2020 foi totalmente diferente do que poderíamos prever em 31/12/2019. Planos, metas, sonhos… muita coisa precisou ser adiada ou modificada para que a vida de pessoas de todo o mundo pudessem seguir de forma coerente e segura.

Além do impacto gigante nas condições de saúde de pessoas de todo o mundo, a pandemia do coronavírus virou de cabeça para baixo a nossa rotina e trouxe muitos impactos negativos para a sociedade, porém, ao mesmo tempo, ela também foi a “responsável” pelo aceleramento de grandes melhorias positivas e muito avanço com o uso da tecnologia em múltiplas áreas como, por exemplo, na saúde, no ramo de alimentos, e-commerces de forma geral, e até a manufatura deu grandes saltos.

Parte destes saltos nos remetem ao Plano de Metas, criado por Juscelino Kubitschek, presidente do Brasil entre 1956 e 1961. Em seu conhecido Plano de Metas, J.K. anunciou que seu governo tinha como objetivo conquistar 50 anos de progresso em 5 anos de realizações. Fazendo um paralelo com a citação do ex-presidente, nestes últimos 5 meses de pandemia evoluímos, e muito.

Para trazer mais detalhes sobre estes aprendizados positivos que entendemos que foram causados ou antecipados devido ao coronavírus, separamos uma lista de reflexões para compartilhar com você.

O poder do home office

Algumas pesquisas apontam que mais de 70% das empresas foram afetadas de alguma forma devido a pandemia. Muitas delas precisaram adotar medidas bem diferentes do padrão para manter suas atividades dentro do possível e garantindo a segurança dos seus colaboradores. O agora normalizado, porém, repentino, home office, nos mostrou que a transformação digital pode acontecer não só na “visão do cliente”, mas também ao olharmos para dentro das organizações.

Empregados e empregadores precisaram se adaptar rapidamente a este novo método de trabalho, mas que hoje, após alguns meses, acabou sendo visto com ótimos olhos por muitas empresas. Até novos benefícios foram criados para se encaixarem neste novo jeito de trabalhar. Quem aí já ouviu falar em auxílio-energia e vale-internet, por exemplo?

Podemos afirmar que nem todas as empresas mudarão a sua dinâmica de trabalho integralmente para este formato quando toda esta situação passar. Mas, que algumas delas adotarão a flexibilidade de trabalho e a contratação de times home office… isso é uma certeza.

Meio ambiente

Devido a restrição da abertura do comércio e circulação de pessoas nas ruas no Brasil e em muitos outros países, a queda na movimentação nas grandes cidades causou efeitos diretos ao meio ambiente. Com a redução do volume de veículos circulando nos grandes centros urbanos, houve a diminuição na emissão de poluentes na atmosfera e, consequentemente, a melhora na qualidade do ar em algumas regiões.

Saúde

Parece meio estranho dizer que houveram avanços na área da saúde quando o assunto em pauta é uma pandemia que já impactou mais de 24 milhões de pessoas em todo o mundo. Mas, em meio a este cenário de preocupações e incertezas, precisamos valorizar os grandes feitos realizados por profissionais da área da saúde e ciência em todos os continentes. Aqui no Brasil, por exemplo, conselhos de medicina liberaram a “telemedicina”, uma forma de prestar suporte a sociedade virtualmente com o uso da tecnologia, coisa que em tempos “normais” levaria décadas considerando os interesses dos envolvidos.

O e-commerce

Este de fato é um capítulo à parte e que pode gerar muitas outras reflexões por aqui. Impossibilitados ou com restrições para sair de casa, milhões de pessoas que nunca tinham realizados compras online antes, tiveram que se render a esta forma de consumir. Compras através de lojas virtuais cresceram absurdamente segundo dados do Ecommerce Brasil que apontam que este segmento cresceu cerca de 81% em abril e faturou mais de R$ 9,4 bilhões. “Ao todo, foram 24,5 milhões de compras online, aumento de 98% em relação a abril de 2019.”